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CURSO BASQUETE DO FUTURO ELETROBRÁS PDF Imprimir E-mail
Ter, 16 de Março de 2010 11:28
alt 15/03/2010  – Encerrou neste último sábado o curso de capacitação de professores do Basquete do Futuro Eletrobrás, realizado na Cidade de Porto Alegre. O curso reuniu 21 participantes, que tiveram aula teórica no auditório da Central de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CGTEE) e aulas práticas nos Ginásios do Grêmio Náutico União e da Sogipa.

O curso realizado em Porto Alegre entre os dias 11 e 13 agitou a CGTEE, empresa da Eletrobrás da capital gaúcha. Segundo Francisco Oliveira, os participantes já eram extremamente envolvidos com o trabalho social e a experiência trocada no curso enriqueceu muito o trabalho.

— Foi um evento muito proveitoso. Fizemos aulas práticas e teóricas, além de grupos de discussão e avaliação. O curso foi de encontro à demanda do público, que já tem experiência na área social, mas precisava de orientações mais práticas sobre o trabalho realizado com basquete social para crianças — explicou.

Francisco destacou ainda a participação da Eletrobrás no desenvolvimento do projeto Basquete do Futuro no Rio Grande do Sul.

— Um dos pontos positivos do curso
em Porto Alegre foi a participação da CGTEE, uma das empresas do grupo Eletrobrás. A parceria é muito importante para que o projeto Basquete do Futuro Eletrobrás também tenha o apoio das filiadas no processo de regionalização — acrescentou.

A coordenadora da Responsabilidade Social da CGTEE, Cecília Hypólito, concorda sobre a participação da Eletrobrás no desenvolvimento do projeto Basquete do Futuro no Rio Grande do Sul.

— É o segundo curso aqui
em Porto Alegre e foi novamente um grande evento para o esporte da cidade. Trata-se de um investimento feito pela Eletrobrás em parceria com a CBB e as Federações em que os maiores ganhadores são as crianças, jovens e a comunidade do basquete. O curso capacita multiplicadores de informação sobre esporte no trabalho social. Isso é muito produtivo para a cidade e para nós, aqui do CGTEE, que temos parcerias com várias ONGs e instituições que lidam com crianças e jovens — concluiu Cecília.